quarta-feira, 28 de agosto de 2013

“Eu não aguento mais o meu filho”



Quantas vezes já falamos ou ouvimos a frase acima? Algo que nunca deveria ser dito está se transformando em uma situação corriqueira. Para um pai ou mãe chegar a este ponto – “não aguento mais meu filho ou filha” – é porque alguma coisa deu ou está dando errada. E não adianta procurar culpados, porque estes somos todos nós: família, governantes, educadores, sociedade, etc.
 Mas existe uma maneira de modificar esta situação? Algumas iniciativas, principalmente de escolas, mostram que sim. As pessoas mais preocupadas com o problema estão percebendo que transformar a escola em um ambiente de saudável convivência, onde se aprende mais do que o previsto no currículo básico, e para onde se pode trazer a família nos finais de semana, é uma boa receita para diminuir os índices de violência e vandalismo entre crianças e jovens.
 Não me arvoro um especialista neste assunto, mas pretendo abrir novos caminhos para que possamos entender um pouco melhor como se pode combater a violência através de ações de paz.
 Abrir as escolas nos finais de semana para a realização de oficinas de qualificação profissional, lazer, cultura, artes, esportes e saúde pode ser o caminho mais fácil e barato para diminuir a violência nas cidades. Onde o projeto foi implantado houve diminuição de 35% nos número de homicídios nas áreas próximas dos colégios.
 A ideia é que profissionais da área da educação organizem atividades socioculturais, esportivas, de qualificação para o trabalho e desenvolvam ações preventivas na área da saúde, aproximando comunidade, escola, pais, filhos, alunos e professores.
 Algumas das atividades que podem ser realizadas nas escolas nos fins de semana são: dança de salão, oficinas de artesanato, jogos esportivos e cursos rápidos de informática, panificação, entre outros.
 Aí vem a pergunta: quem vai dar esses cursos? Em São Paulo, existe o projeto Bolsa-Universidade. De um lado, o aluno sem recursos, oriundo da escola pública, consegue fazer uma faculdade. Do outro, o Programa Escola da Família, passa a contar com educadores qualificados nas atividades desenvolvidas nas escolas nos finais de semana. Uma ideia simples, mas muito eficaz.
 Graças ao projeto Bolsa-Universidade, iniciado em 2003, 28 mil ex-alunos da rede pública de São Paulo têm a possibilidade de prosseguir seus estudos no Ensino Superior. É muita gente: as três universidades estaduais paulistas oferecem, juntas, pouco mais de 18.000 vagas por ano em seus vestibulares.
 Além da possibilidade de poder cursar uma faculdade, o bolsista tem outros benefícios no programa: trabalhando com os alunos, ele consegue uma formação extra e isso vai ajudar na vida profissional. Para a escola também é bom, porque as atividades do Escola da Família ocupam o tempo ocioso dos alunos com coisas positivas. Muitos bolsistas, depois de formados, continuam atuando como voluntários.
 Um diferencial importante do programa é o fato de o aluno não receber a bolsa como um favor do Estado, mas sim como contrapartida de seu trabalho no Escola da Família, um programa que abre as escolas à comunidade nos finais de semana promovendo atividades culturais, esportivas, de lazer e para a geração de renda. A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo paga 50% da mensalidade do curso superior, até o limite de R$ 267, e a universidade ou faculdade parceira cobre o restante.
 A contrapartida é que o bolsista desenvolva atividades de recreação, reforço escolar, esportes e qualificação profissional nas escolas estaduais nos finais de semana. Além de oferecer um espaço de convivência e lazer para a comunidade do entorno escolar, integrando pais, filhos e educadores, o projeto cria oportunidade para milhares de jovens continuarem seus estudos dentro da política pública de inclusão social. Para a maioria dos bolsistas, o programa representa a única oportunidade de acesso ao curso superior.
 Soluções deste tipo podem ser colocadas em prática em todo o País. Basta boa vontade, não somente dos governantes, mas principalmente da disposição de educadores e comunidade. As empresas podem participar, as entidades organizadas também. Vamos mobilizar um grande mutirão para que possamos dar mais oportunidades a todas as crianças e todos os jovens. Só assim vamos livrá-los das garras dos traficantes e do degradante mundo da violência. Afinal, manter as escolas abertas nos finais de semana não custa tanto assim. E o benefício é imensurável.
* Texto publicado no Jornal Farol, da Paróquia São José, Rolândia (PR), em novembro de 2007.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Jornalista lança livro sobre convivência entre pais e filhos


O jornalista Devaldo Gilini Junior está realizando o lançamento de seu primeiro livro – “A mãe, o filho e a corrente – Histórias sobre famílias” pelo Clube de Autores. A obra reúne textos publicados pelo jornal “O Farol”, informativo da Paróquia São José de Rolândia-PR, originalmente escritos para a coluna “Ponto de Vista”. São artigos sobre a vida em família, principalmente, a relação entre pais e filhos.
“Viver em família é difícil. Os relacionamentos pessoais são complicados. Pais e filhos não se entendem. Os jovens estão virando presas fáceis para as drogas. Casais não conseguem conviver em harmonia. A internet é um mal que está corrompendo nossos jovens. A família corre perigo todos os dias. Ninguém consegue controlar os estudantes que maltratam professores e transformam a escola em um inferno. Mas todas estas questões têm solução”, afirma o autor.
“Este livro é sobre estes e outros assuntos que interessam a toda a família. Ensina a conviver em harmonia, a entender seus pais e seus filhos. Não desanimar, aprender a usar as "ferramentas" que a própria vida nos dá e conquistar a plenitude familiar. Aprenda como viver bem com as pessoas que estão ao seu lado e ajude a salvar você e sua família antes que seja tarde demais. É um livro moderno, de fácil leitura e entendimento. São lições para toda a família. Espero que este seja o primeiro de uma série. Tenho outros, na mesma linha, já engatilhados, esperando a impressão”, explica o jornalista.

CONHEÇA O AUTOR
Devaldo Gilini Junior é Jornalista profissional desde 1986. Atua na mídia impressa, televisão e digital, em diversas funções, destacando-se como repórter, produtor e editor. Atualmente é jornalista do quadro efetivo da Câmara Municipal de Ibiporã e editor do blog “Sport Cars”, com atuação nas mídias sociais (twitter, orkut e facebook) e colunista da revista Real, publicação europeia em língua portuguesa.
Graduado pela Universidade Estadual de Londrina, tem especialização “Master em Jornalismo para Editores” pelo Centro de Extensão Universitária de São Paulo e Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra (Espanha).
Mantém, desde 2007, a coluna "Ponto de Vista" no jornal "O Farol", informativo da Paróquia São José, Rolândia - PR, onde escreve artigos, principalmente, sobre a família.

SERVIÇO:
A mãe, o filho e a corrente – Histórias sobre famílias
Devaldo Gilini Junior
Edição do Clube de Autores
Livro impresso – R$ 30,05
E-book – R$ 9,65
Vendas apenas pela internet:


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

BLOG SPORT CARS

PARA QUEM GOSTA DE VEÍCULOS, AVENTURA, VELOCIDADE VALE A PENA ACESSAR O BLOG SPORT CARS

http://londrina.odiario.com/blogs/sportcars/

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SPORT CARS ESTÁ DE CASA NOVA


AMIGOS, O BLOG SPORT CARS ESTÁ DE CASA NOVA. AGORA CONTAMOS COM A FORÇA DO GRUPO DE COMUNICAÇÃO "O DIÁRIO". TEMOS MAIS ESPAÇO PARA NOVIDADES DO SETOR AUTOMOTIVO, ALÉM DE MUITA ESTRUTURA PARA FALAR SOBRE CARROS, VELOCIDADE, MOTOS, ACESSÓRIOS, SOM AUTOMOTIVO E MUITO MAIS. PARTICIPE, COMENTE, AJUDE A FAZER UM BLOG COM A SUA CARA. CONTINUE NOS PRESTIGIANDO - http://londrina.odiario.com/blogs/sportcars/

OBRIGADO,

DEVALDO GILINI JUNIOR

sexta-feira, 28 de maio de 2010

NÃO GOSTO DE POLÍTICA...

Quem diz que não gosta de política, não sabe o que está dizendo. Ou, se sabe, é pior ainda. É por gentes assim que estamos como estamos. A política não é ruim, nem suja. Acontece que os políticos representam o povo e o povo, por sua vez, é representado pela classe política. Não tem segredo: votou bem, elegeu gente boa; votou mal, elegeu tranqueira. E aí não adianta chorar. Adianta é fiscalizar, cobrar, ficar em cima do candidato que você ajudou a eleger. Tem muita gente que nem lembra mais em quem votou há 4 anos. E agora, em outubro, teremos eleição novamente. É mais uma oportunidade para mostrarmos a nossa força, votando com consciência. Vamos nos informar, ler jornais, revistas, ouvir os noticiários nos rádios, vê-los na televisão, acessar a internet para saber mais sobre os candidatos, o que fizeram até agora, o que dizem que vão fazer. Só assim, bem informado, poderemos votar melhor e escolher um político que represente bem o povo, porque hoje em dia o povo é muito melhor que a sua representação política. Eu acredito nisso, e você?

RELIGIÃO NÃO SE...

Tem muita gente que diz que "religião não se discute". Discute-se sim senhor. Quando falo de religião, não estou falando deta ou daquela igreja. É preciso que as pessoas abram a mente para as diversas possibilidades. Muita gente hoje em dia vive em desespero, em depressão, porque não tem uma religião, não tem um objetivo claro na vida. Quando estamos em grupo, rezando, orando, conversando de maneira civilizada, temos condições de ter uma vida muito melhor. E isso não sou eu que estou falando não. Existem estudos científicos que apontam os benefícios da religião para todas as idades. Por isso, vamos parar de frescura e discutir religião, sim senhor.

FUTEBOL É COISA PRA...

Este negócio de que futebol é coisa pra macho já era. Futebol é coisa pra craque. Chega de caneleiro, brucutus, volantes e mais voltantes. O futebol brasileiro sempre foi bonito porque tinha liberdade de criação e muitos craques recheando meio-campo e o ataque. Hoje só se fala em pragmatismo, compromisso. Basta! Lógico que o importante é ganhar, mas precisamos ter consciência de que é possível vencer jogando um futebol bonito. Temos que acabar com a síndrome de 1994. Só porque não ganhamos a Copa de 1982, os técnicos brucutus acharam que o negócio é rechear o time com zagueiros e volantes, colocar um grandalhão lá na frente... e pronto: gol é só um mero detalhe. Tem um monte de gente que acha que gosta de futebol, mas na verdade nem sabe o que é um futebol de verdade, bem jogado, cheio de alternativas, com a bola no chã, de pé em pé, sem chutões e os malditos gols de bola parada. Tem gente que grita "golaço" pra qualquer tipo de gol. Precismos melhorar um pouco mais a nossa visão de jogo, parar de ser um maluco fanático e olhar o futebol mais ludicamente, como um espetáculo, onde os atores principais são os craques e o gol o êxtase total.